VICENTE FERNANDES: CASO EU FOR ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NÃO VOU ME IMISCUIR NOS ASSUNTOS DOS OUTROS ÓRGÃOS DA SOBERANIA

VICENTE FERNANDES: CASO EU FOR ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NÃO VOU ME IMISCUIR NOS ASSUNTOS DOS OUTROS ÓRGÃOS DA SOBERANIA

O líder do Partido de Convergência Democrática(PCD) e candidato às presidenciais de domingo na Guiné-Bissau, Vicente Fernandes, promete não se imiscuir nos assuntos dos restantes órgãos da soberania, com destaque para o executivo e justiça, isto caso for eleito Chefe de Estado, no dia 24 de novembro.

“Nestas questões da consolidação dos poderes públicos significa que enquanto Presidente da República a partir do dia 24 de novembro próximo não posso me imiscuir na competência do poder judicial, executivo e legislativa”, vincou Vicente Fernandes.

Segundo Fernandes, o Chefe de Estado tem que se manter equidistante, isento e apartidário para contribuir e coadjuvar todos os restantes órgãos da soberania como forma de terem as melhores opções.

O político falava aos jornalistas no final do “Djumbai Sócio-político aos candidatos às eleições presidenciais, num dos hotéis de Bissau, na qual afirma que para fazer valer esta intenção, é fundamental unir e juntar os melhores projetos da Guiné-Bissau, tendente a ascendê-los e transformá-los naquilo que é o interesses de todos os guineenses.

Visto como um dos rostos críticos da presidência de José Mario Vaz, durante 5 anos, Vicente Fernandes afirma que, caso for outorgado o poder, saberá sempre respeitar a vontade popular e permitir a todos os cidadãos guineenses a terem acesso à justiça.

Para Fernandes, o desrespeito pela Constituição levou a que o país esteja na atual situação, que chegou a “fazer perigar os pilares da democracia”.

Igualmente advogado e empresário, Fernandes diz que, enquanto Presidente guineense, vai usar a sua magistratura de influência no âmbito da diplomacia econômica para ajudar o Primeiro-Ministro no quadro de um plano do desenvolvimento econômico e de acordo com o orçamento aprovado no parlamento, e projetar o país nos concertos das nações.

O djumbai, organizado Rede Paz e Segurança para as Mulheres no Espaço da CEDEAO(REMPSECAO-GB), visa fazer os eleitores guineenses interagirem com os candidatos, e para melhor conhecerem as suas agendas de construção coletiva, baseada na promoção e defesa dos interesses da população.

Entre 12 candidatos as eleições presidenciais, somente compareceram no djumbai, Vicente Fernandes e Gabriel Fernando Indi.

No domingo mais de 700.000 guineenses vão escolher, entre 12 candidatos, o próximo chefe de Estado do país.

Por: AC

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