UMA DELEGAÇÃO GUINEENSE PARTE PARA NIGÉRIA PARA RESOLVER O PROCESSO DE Kits ELEITORAL

UMA DELEGAÇÃO GUINEENSE PARTE PARA NIGÉRIA PARA RESOLVER O PROCESSO DE Kits ELEITORAL

Uma delegação da Guiné-Bissau está a caminho da Nigéria para ultimar o processo de empréstimo de 300 ‘kits’ de registo biométrico para recenseamento eleitoral anunciou esta segunda-feira (27.08), o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Agnelo Regalla.

“O executivo fez deslocar hoje uma equipa para a Nigéria e então nós vamos tentar ver se a aceleramos o processo da chegada de kits para iniciar rapidamente o processo de recenseamento eleitoral”, explicou Regalla.

Convidado pela imprensa a pronunciar-se sobre a morosidade no início do processo, Regalla lamentou a situação, embora fez lembrar que o importante é realizar um recenseamento fiável para que as eleições legislativas decorram de forma livre e transparente.

O governante falava aos jornalistas a margem da receção dos peregrinos muçulmanos guineenses que participaram na peregrinação islâmica a Meca, no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, em Bissau.

De referir que o início do processo estava previsto para começar no passado dia 23 do mês em curso, mas devido à demora na chegada dos kits prometidos pela República federal da Nigéria, o recenseamento eleitoral não iniciou.

As autoridades têm tido algumas dificuldades financeiras e técnicas para a realização do recenseamento eleitoral, incluindo a falta de ‘kits’ eleitorais, com equipamentos de registo biométrico.

Na semana passada, o primeiro-ministro garantiu que apesar da morosidade no processo de recenseamento, as eleições legislativas terão lugar na data marcada, 18 de novembro do ano em curso.

Aristides Gomes deu essa garantia à margem da cerimónia da entrega de material para o recenseamento eleitoral e a entrega das novas instalações do Gabinete Técnico de Apoio ao processo Eleitoral (GETAPE), antiga sede da Comissão Nacional das Eleições (CNE).

No mesmo dia, o Partido da Renovação Social (PRS), manifestou a sua inquietação quanto à realização das eleições legislativas a 18 de novembro 2018 e acusou o primeiro-ministro guineense de distração e incompetência.

PRS considerou que o decreto do Presidente da República, José Mário Vaz, corre riscos de não ser cumprido com vista a realização do pleito eleitoral.

Por: Alison Cabral

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