UM RECONHECE O RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NA GUINÉ-BISSAU

UM RECONHECE O RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NA GUINÉ-BISSAU

A União para Mudança (UM) reconhece sem reservas os resultados provisórios anunciados pela Comissao Nacional de Eleições (CNE), que apontam para uma vitória do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC).

Num comunicado distribuído à imprensa esta sexta-feira, 15 março de 2019, a UM felicita o PAIGC enquanto vencedor das eleições de 10 de março e apela à serenidade dos cidadãos, enquanto decorre o período previsto na lei para a publicação dos resultados definitivos.

“O partido saúda o espirito patriótico e o sentido dos partidos políticos que constituem a nova aliança para a governação, apelando à coesão entre si e no seio dos mesmos, com vista a poder garantir a estabilidade governativa, a realização das reformas necessárias ao desenvolvimento do país, e a moralização da vida pública”, lê-se ainda na mesma nota.

A formação politica liderada por Agnelo Regalla saudou também o povo guineense pelo civismo e espírito democrático demonstrados durante todo o processo eleitoral e os militantes do partido pelo empenho e militância demonstrados.

Por fim, a UM saúda e agradece os esforços e o apoio da Comunidade Internacional, assim como, das Organizações da Sociedade Civil guineense para a necessidade de continuarem a acompanhar, atentamente, a evolução do período pós-eleitoral, como forma de permitir uma governação estável e o futuro e paz almejado por todos.  

De acordo com os resultados provisórios, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), alcançou 47 mandatos, o Madem 27, o Partido da Renovação Social (PRS) 21, a Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU/PDGB) 5, a União para Mudança (UM) e o Partido da Nova Democracia (PND), todos com um deputado cada.

De recordar que o PRS e o Madem-G15, rejeitaram os resultados das eleições legislativas passado dia 10 de março na Guiné-Bissau, considerando-os fraudulentos.

No domingo cerca de 762 mil eleitores foram chamados para a escolha de 102 deputados ao parlamento, tentando pôr fim a uma crise política que dura há quatro anos.

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