TENTATIVA DE FUGA NO ESTABELECIMENTO PRISIONAL DE BAFATÁ

TENTATIVA DE FUGA NO ESTABELECIMENTO PRISIONAL DE BAFATÁ

Alguns dos reclusos do estabelecimento prisional de Bafatá tentaram fugir das instalações na semana passada, disse a Rádio Jovem, um dos responsáveis da prisão que fica no leste da Guiné-Bissau.

“Houve essa tentativa de fuga no período da tarde no estabelecimento prisional, considerado uma prisão da alta segurança, mas graças a intervenções dos agentes a fuga abortou”, explicou João Yotna.

Segundo Yotna, chefe principal dos guardas prisionais, os dois reclusos conseguiram atravessar o muro de vedação da prisão considerada de alta segurança do país.

Yotna acrescentou que os guardas conseguiram controlar a situação já no exterior longe do perímetro prisional.

Em declaração a nossa estação emissora, João Yotna, disse que caso os prisioneiros conseguissem fugir seria um sinal negativo para os guardas prisionais do maior Centro Prisional do país.

“Seria negativo se houvesse a fuga neste estabelecimento, devido à capacidade dos nossos agentes, por isso, a situação foi controlada e os reclusos já estão sob a nossa alçada”, sublinhou Yotna.

Esta é segunda tentativa de fuga dos prisioneiros no estabelecimento prisional de Bafatá, todos sem sucesso.

Desta tentativa os dois reclusos já haviam conseguido escapulir na prisão de alta segurança de Mansoa.

De sublinhar ainda que os dois reclusos amigos de longa data já conseguiram fugir em todas as grandes prisões da Guiné-Bissau, nomeadamente Judiciaria mais de duas vezes, prisão modelo de Bairro Militar, segunda esquadra duas vezes, Mansoa e agora Bafata.

De recordar que em Outubro de 2017, os reclusos do estabelecimento prisional de Bafatá, manifestaram-se à Rádio Jovem disponível para a reintegração no mercado laboral após o cumprimento das respectivas penas.

Na sua maioria jovem, os prisioneiros beneficiaram de formação em áreas como a alfabetização, pecuária, serralharia e agricultura, graças ao projecto executado pela ONG italiana “Mani Tese”, denominado “Prisioneiro tene balur” que visa a reinserção social dos penitenciários guineenses.

// Djibril Culubali e Alison Cabral

 

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