SUZI BARBOSA REPRESENTA GUINÉ-BISSAU NA CIMEIRA DA CEDEAO

SUZI BARBOSA REPRESENTA GUINÉ-BISSAU NA CIMEIRA DA CEDEAO

A ministra dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades guineese, Suzi Barbosa, já está em Niamey, Niger, para representar o país na Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de Governos da Comunidade Economica dos Estados da Africa Ocidental(CEDEAO) sobre a Guiné-Bissau.

A informação foi divulgado esta quinta-feira, 07 de novembro de 2019, na pagina oficial do facebook do primeiro-ministra da GuinéBissau, Aristides Gomes.

Uma delegação da CEDEAO que visitou o pais no último sabado, reuniu-se com os protagonistas e convoca uma cimeira extraordinária sobre a crise política na Guiné-Bissau. Atualmente, a Guiné-Bissau tem dois governos, enquanto a campanha eleitoral para as eleições presidenciais iniciou-se na no sabado, 02 de Novembro.

Na sua declaração a imprensa na capital guineense, no final da visita, o Ministro dos Négocios estrangeiros do Níger, Kalla Ankourao, que derigiu a Delegação da CEDEAO em Bissau, reafirmou claramente a posição da organização oeste-africana, a saber: o seu total apoio ao Governo de Aristides Gomes e considera ilegal o decreto presidencial que demitiu o Governo.

A Guiné-Bissau vive um momento de grande tensão política, tendo o país neste momento dois governos e dois primeiros-ministros, nomeadamente Aristides Gomes e Faustino Imbali.

O Presidente guineense deu posse no dia 31 de outubro a um novo Governo, depois de ter demitido o executivo liderado por Aristides Gomes em 28 de outubro.

A União Africana, a União Europeia, a CEDEAO, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e as Nações Unidas já condenaram a decisão do Presidente de demitir o Governo liderado por Aristides Gomes e disseram que apenas reconhecem o executivo saído das eleições legislativas de 10 de março, que continua em funções.

Perante este cenario, a organização sub-regional deu esta quarta-feira um prazo de 48 horas aos membros do Governo guineense do primeiro-ministro Faustino Imbali para se demitirem, caso contrário sofrerão “sanções pesadas”.

Por: AC

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