SECRETARIO EXECUTIVO DE SNLS EM PORTUGAL PARA CONTACTOS COM AS AUTORIDADES

SECRETARIO EXECUTIVO DE SNLS EM PORTUGAL PARA CONTACTOS COM AS AUTORIDADES

O Secretário Executivo do Secretariado Nacional de Luta contra Sida da Guiné-Bissau está em Portugal para os contatos com as autoridades públicas e privadas Portuguesas ligadas à luta contra sida para as futuras parcerias com a Guiné-Bissau.

O primeiro dia dos contatos serviu para Califa Soares Cassama reunir-se com os responsáveis da Liga Portuguesa contra o Sida, uma organização não governamental para o Desenvolvimento criada em 1990, uma das mais antigas em Portugal e que desenvolve projetos em Cabo-verde e Moçambique e, Associação Positivo Viver com HIV, liderado por um seropositivo.

A pedido de Secretário Executivo do SNLS, as duas instituições portuguesas prometem ajudar na concessão de projetos na Guiné-Bissau, principalmente a Liga Portuguesa contra Sida no âmbito da CPLP, a semelhança dos projetos em curso em Cabo-verde e Moçambique com parceria com as organizações não-governamentais Guineenses que atuam no sector.

No encontro discutiu-se também a possibilidade de reforçar a capacidade das organizações congêneres guineenses, nomeadamente, RENARP, Associação Guineense de Marketing Social (AGMS), Céu e Terra, entre outras.

Os projetos a serem desenvolvidos na Guiné-Bissau devem ser co-elaborados pelas partes e executados nos mesmos moldes.

Califa Soares Cassamá deverá ainda reunir-se com Associação ASPAS, Médicos de Mundo e a Direção-Geral da Saúde de Portugal, para além das visitas agendadas.

De recordar que na semana passada, o Secretariado Nacional de Luta Contra Sida (SNLS), informou que a tendência do aumento dos níveis de contaminação da doença na Guiné-Bissau é mais crítica na faixa etária entre 10 a 19 anos de idade.

“Particularmente, na Guiné-Bissau a realidade epidemiologia do VH/Sida demostra que a faixa etária, de 10 a 19 anos de idade, é das mais afetadas”, segundo dados divulgados pela instituição.

De acordo com a organização que luta contra a doença no país, o aumento da prevalência da Sida nos menores deve-se a ausência da intervenção ao nível do programa do VH/SIDA pelas autoridades competentes.

Segundo dados de 2016, as mulheres são mais afetadas pelo VIH e as zonas no leste do país, concretamente as regiões de Bafatá e Gabú fazem parte das mais atingidas pela doença.

As estatísticas indicam, por outro lado, que as regiões de Oio e Biombo e Bolama (ilhas) são zonas da Guiné-Bissau com menor prevalecia da epidemia.

Redacção

Fonte: SNLS

 

 

 

 

 

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