PRS apoia Nuno Nabian, líder da APU-PDGB, às presidenciais na Guiné-Bissau

PRS apoia Nuno Nabian, líder da APU-PDGB, às presidenciais na Guiné-Bissau

O Partido de Renovação Social (PRS) e a Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) assinaram hoje um acordo político que prevê o apoio dos renovadores à candidatura de Nuno Nabian às eleições presidenciais do país.

“Estamos a fazer aquilo que é o ideal para a estabilizar o país. Depois de uma análise profunda chegámos à conclusão que partilhamos a mesma casa e temos de andar juntos”, afirmou Certório Biote, vice-presidente do PRS, depois da assinatura do acordo.

Segundo Certório Biote, que assinou o acordo em representação de Alberto Nambeia, líder do PRS, que se ausentou do país por razões médicas, o partido está “com o candidato que vai ganhar e o seu nome é Nuno Nabian”.

“Apelamos a todos os apoiantes do PRS para votarem em Nuno Nabian para estabilizar o país. A partir de hoje no terreno não somos adversários. Temos a obrigação moral e política de trabalharmos juntos”, disse Certório Biote.

Nuno Nabian, líder da APU-PDGB, partido que tem um acordo de incidência parlamentar com o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e que está no atual Governo, agradeceu o apoio do PRS pela “decisão sábia” e que “não foi fácil”.

“Estou contente com a decisão e tenho a certeza absoluta que a 24 de novembro Nuno Nabian será o Presidente da Guiné-Bissau. Com eleições livres, justas e transparentes não há como ganharmos”, disse o líder da APU-PDGB.

Nas últimas eleições presidenciais na Guiné-Bissau, realizadas em 2014, Nuno Nabian disputou a segunda volta com o atual Presidente guineense, José Mário, na altura apoiado pelo PAIGC.

Na altura a sua candidatura às presidenciais foi promovida e apoiada por Kumba Ialá, fundador do PRS.

Nuno Nabian disse também aos guineenses que é preciso eleger um Presidente que una as pessoas e que ele é o único em condições de o fazer, salientando a necessidade de fazer pontes e dialogar para estabilizar a Guiné-Bissau.

O candidato deve apresentar a sua candidatura no Supremo Tribunal de Justiça guineense na sexta-feira.

As eleições presidenciais da Guiné-Bissau realizam-se em 24 de novembro, a segunda volta, caso haja necessidade, vai decorrer em 29 de dezembro.

LUSA

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