IIº CONGRESO MNSCPDD: JORGE GOMES “CRISE POLÍTICA IMPEDE A EXECUÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO MOVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL”

IIº CONGRESO MNSCPDD: JORGE GOMES “CRISE POLÍTICA IMPEDE A EXECUÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO MOVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL”

O presidente Cessante do Movimento Nacional da Sociedade Civil para Paz, Democracia e Desenvolvimento revelou este sábado, 13 de Janeiro de 2018, que as cíclicas e crônicas instabilidades político-sociais e econômicas que assolaram o pais nestes últimos anos inviabilizaram a execução do plano estratégico da sociedade Civil, do período entre 2012 à 2017.

Jorge Gomes falava à Rádio Jovem durante a cerimónia de abertura do IIº Congresso Ordinário do (MNSCPDD) que decorre em Bissau entre 13 e 14 deste mês, sob lema: “Uma sociedade civil Coesa rumo ao desenvolvimento sustentável. Juntos seremos fortes”.

De acordo com o responsável da direcção cessante, as referidas instabilidades não permitiram ao movimento mobilizar mais parceiros com vista a execução do seu plano estratégico.

“Lamentavelmente, desde 2012 à esta data, as cíclicas e crônicas instabilidades políticas, sociais e econômicas que assolaram o país não permitiram ao movimento mobilizar mais parcerias com vista a execução do seu plano estratégico desse período” revelou Gomes. Para de seguida justificar a atualização do plano estratégico para o período de 2016 à 2020.

Em jeito de balanço, Jorge Gomes considerou que os últimos anos da sua direcção à testa daquela organização da Sociedade Civil foram marcados com a dinâmica democrática e associativa, no que tange ao apelo ao diálogo, a paz e a estabilidade social e governativa. Reconhecendo, no entanto, que foram também registados alguns fracassos durante o percurso.

O IIº Congresso Ordinário do (MNSCPDD) tem como momento mais alto a eleição da nova direcção, na qual perfilam três candidatos, entre os quais, Fodé Mané, Fodé Caramba Sanha e Osvaldo Corô Nanque.

Nesse sentido, Jorge Gomes apelou aos congressistas a maior ponderação e sentido de responsabilidade na escolha de novos dirigentes que vão guiar a organização nos próximos quatro anos.

Durante os dois dias, os delegados vão, entre outros pontos, discutir e aprovar o relatório de actividades e financeiro, o projecto de revisão estatuária, e ainda eleger novos dirigentes da organização.

Salienta-se que participam no congresso 102 delegados vindos de todas as regiões do país, incluindo o sector autónomo de Bissau.

// Alcene Sidibé

Partilhar esta notícia...
Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin
Email this to someone
email

Deixe uma resposta

Close Menu