GUINÉ-BISSAU: UMARO SISSOCO EMBALÓ VOLTA AFIRMAR QUE TOMARÁ POSSE NO DIA 27

GUINÉ-BISSAU: UMARO SISSOCO EMBALÓ VOLTA AFIRMAR QUE TOMARÁ POSSE NO DIA 27

O candidato declarado vencedor das eleições presidenciais da Guiné-Bissau, pela Comissão Nacional de Eleições(CNE), voltou à afirmar que vai tomar posse no próximo dia 27 do mês em curso.

Umaro Sissoco Embalo falava à imprensa este domingo, 23 fevereiro, no aeroporto Internacional Osvaldo Vieira em Bissau, de regresso ao país, após vários dias de um périplo no estrangeiro, onde foi recebido pelos dirigentes do seu partido, Movimento para Alternância Democrática (MADEM G-15).

Apesar da divulgação dos resultados eleitorais da segunda vota das eleições presidenciais, continua o impasse entre a CNE e o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), relativamente ao apuramento nacional dos resultados do escrutínio.

Confrontado pela imprensa sobre o impasse, Sissoco Embalo mostrou-se confiante que o instância judicial guineense vai pronunciar-se novamente antes da data do posse.

“Eu penso que até lá, o STJ terá tempo para pronunciar sobre imbróglio eleitoral, por isso, deixo a instância judicial fazer o seu trabalho”, declarou Sissoco Embalo.

Na sua breve declaração aos jornalistas, Embaló diz que a cerimônia de posse será um evento simbólico para não acarretar custos para a Guiné-Bissau, devido a situação financeira do país neste momento, que paralisou por completo administração pública guineense.

De referir que recentemente o STJ voltou à exigir a realização do apuramento nacional dos resultados presidenciais de Dezembro pela CNE, na sequência de mais um recurso do candidato Domingos Simões Pereira.

Na decisão, os juízes conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça reiteraram o “cumprimento escrupuloso do acórdão n.º1/2020 de 11 de janeiro” e dizem que “não conhecem o pedido de nulidade de todo o processo eleitoral” requerido pela candidatura de Domingos Simões Pereira, porque contempla “atos praticados pela CNE [Comissão Nacional de Eleições] com base na recomendação do comité ministerial de seguimento da CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental]”.

Por: Alison Cabral

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