GUINÉ-BISSAU DISPONÍVEL PARA CONTRIBUIR NA LUTA CONTRA CRISE CLIMÁTICA

GUINÉ-BISSAU DISPONÍVEL PARA CONTRIBUIR NA LUTA CONTRA CRISE CLIMÁTICA

O primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, afirmou nesta quinta-feira que a Guiné-Bissau tem a obrigação de dar a sua contribuição na luta contra a crise das alterações climáticas, protegendo o futuro de planeta.

“Nós somos um país que tem a necessidade de participar neste movimento que deverá convencer todos que fato não é uma miragem esta questão, porque é um problema real da humanidade. Nesta senda, nós podemos explorar bem os recursos que nós temos nessa matéria de preservação”, declarou o chefe de Governo.

Aristides Gomes falava esta quinta-feira, 05 de dezembro, no aeroporto internacional Osvaldo Vieira em Bissau, de regresso de Madrid, Espanha, onde participou na abertura da cimeira das Nações Unidas sobre as alterações climáticas, sob-lema: “o tempo é curto, havendo o dever imperioso de agir”.

Aos jornalistas, Gomes revela que a Guiné-Bissau tem neste momento 27% do território que constitui uma área protegida e tem uma responsabilidade na parte insolar de conservar parte da humanidade que só existe no país, como tartarugas e outras animais, para além da fauna.

De acordo com Gomes, a sua intervenção na capital espanhola incidiu mesmo na determinação na luta contra os efeitos do aquecimento do planeta.

O encontro que termina no dia 13 do mês em curso, junta em Madrid representantes de 195 paises e cerca de 25 mil pessoas, desde decisores políticos e ambientalistas que pretendem traçar novas metas para o Acordo de Paris.

Após abertura da cimeira do clima, o líder do executivo guineense participou na terça-feira em Dakar, Senegal, na cimeira extraordinária dos Chefes de Estado e do Governo da União Econômica e Monetária Oeste-Africana (UEMOA) sobre a segunda, com especial incidência no terrorismo na sub-região, onde a organização decidiu conceder 100 milhões dólares americanos ao Burkina Faso, Mali e Níger, nesta luta.

Gomes realçou o engajamento de todos os países fora do continente africano nesta cooperação, mas alerta aos estados membros a redobrarem os esforços para financiar esta dinâmica de luta contra terrorismo no continente.

Durante a reunião, os chefes de Estado e de Governo sublinharam a sua preocupação com aumento dos ataques terroristas no Níger, no Burquina Faso e no Mali, que juntamente com a Mauritânia e o Tchad, forma do grupo G5 Sahel.

Por: Alison Cabral

Partilhar esta notícia...
Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin
Email this to someone
email

Deixe uma resposta

Close Menu