GUINÉ-BISSAU: CNE NEGA TENTATIVA DE FRAUDE ELEITORAL

GUINÉ-BISSAU: CNE NEGA TENTATIVA DE FRAUDE ELEITORAL

A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau, refuta e desmente as informações que estão a ser veiculadas nas redes sociais relativamente a tentativa de fraude eleitoral, após encerramento das urnas em todo o território nacional e na diáspora.

Em conferência de imprensa este domingo, 29 de dezembro, na sede principal da instituição em Bissau, a secretária Executiva Adjunta e Porta-Voz da CNE, Felisberta Moura Vaz, disse que o apanágio e a imagem histórica desta nobre administração eleitoral não pode e nem deve em nenhuma circunstância compactuar com falácias, intrigas e outros males que tendem desvirtuar os seus propósitos.

Moura Vaz destacou ainda que a atuação da CNE, está definido nos limites da lei e não na vontade expressa de terceiros.

Neste sentido, a CNE exorta ao público a se manter calmo, sereno e vigilante, contra manobras atentatórias a vã tentativa de compreender o desenrolar do processo eleitoral que se pretende pacífico e ordeiro.

“Devemos ficar atentos para não permitir que os valores e princípios da integridade eleitoral e das conquistas granjeadas pela CNE ao longo de décadas da história eleitoral da Guiné-Bissau”, explicou Moura Vaz.

Mais de 760 mil eleitores guineenses foram chamados às urnas, neste domingo, para escolher o próximo Presidente da Guiné-Bissau.

Dois antigos primeiros-ministros, Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, estão na corrida à substituição de José Mário Vaz, o Presidente cessante.

Perante este cenário, a CNE apela a comunidade internacional, as candidaturas concorrentes e órgãos de comunicação social, a se absterem de veicular informações conducentes aos resultados eleitorais, esta competência se insere exclusivamente nas atribuições da instituição.

De referir que Umaro Sissoco Embaló, denunciou que tem na sua posse informações a indicar que os boletins de votos estão a ser preenchidos no Ministério do Interior. Em reação a instituição considera essas afirmações absolutamente falaciosas, absurdas e destituídas de qualquer fundamento e prova.

As sétimas eleições presidenciais guineenses são tidas como cruciais para a estabilização política da Guiné-Bissau, que realizou legislativas em março.

Por: Alison Cabral

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This Post Has One Comment

  1. Os guineenses devem aceitar quem quer que seja vencedor desta eleição presidencial como seu presidente para que a Guiné-Bissau vá em frente.

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