Dezenas dos Estudantes das Escolas públicas do país encontram-se barricadas desde último Domingo a frente do Ministério da Educação para exigir o governo reabertura das aulas nas escolas públicas caso contrário ameaçam não votarem nas próximas eleições legislativas ainda sem a data

Dezenas dos Estudantes das Escolas públicas do país encontram-se barricadas desde último Domingo a frente do Ministério da Educação para exigir o governo reabertura das aulas nas escolas públicas caso contrário ameaçam não votarem nas próximas eleições legislativas ainda sem a data

Esta sexta-feira, a nossa reportagem foi no local, para constataram em loco as situações em que situações foram barricadas.

Franiki António da Silva, uns responsáveis dos Estudantes Barricadas, disse que, vão permanecer barricadas no local, ate que a greve for levantada.

“Estamos aqui desde domingo justamente para revindicar o nosso direito que é ensino, como não há aulas nas escolas públicas decidimos permanecer aqui até que a greve foi levantada.

Conseguimos a comida graças apoios das outras pessoas, mas que foram hoje impedidos de entrar pelas forças policias, ou seja qualquer um de nos que saiu do local não pode entrar, mas se a situação continuar assim “zero escolas, e nos também vamos fazer zero votos” disse.

As forças polícias encontram-se no local e bloquearam a entrada dos estudantes no recinto do ministério da Educação, para impedir a saída e entrada dos estudantes no mesmo recinto vedado.

Franiki António da Silva, disse que, foram recebidos esta tarde pelo secretario do, ministério da Educação, e receberam as garantias do que, não há luz verde até ao momento.

“Fomos recebidos pelo secretário do Ministério da Educação ele nos disse que as forças policias que se encontram aqui não é da competência do Ministério e nível dos nossos barulhos estão muito alto e que eles também estão preocupados com a situação e não há luz verde para solução até ao momento “explicou.  

Na mesma ocasião, estava presente o coordenador do projeto Universidade aberta, Inácio Goia Badinca, em jeito da solidariedade para com os estudantes, e lamentou o facto de até hoje as portas das escolas públicas mantenham fechadas.

“Estamos aqui para manifestar a nossa solidariedade com estudantes que se encontram barricados no Ministério da Educação desde domingo que para já não tem ainda solução, então entendemos que enquanto instituição que versa para o bem da educação, entendemos que devemos vir prestar a nossa solidariedade junto destes estudantes “disse.

De recordar que o governo guineense deu abertura do ano lectivo 2018/2019 no mês Outubro passado, mas até então nenhuma das escolas estão a funcionar devido a greve convocada pelos sindicatos dos professores já a dois meses.

//rj

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