COMPLETA 13 ANOS DEPOIS DA MORTE DE DOIS JORNALISTAS NA ACIDENTE DE VIAÇÃO, MAS ATÉ ENTÃO NÃO HÁ INDEMNIZAÇÃO

COMPLETA 13 ANOS DEPOIS DA MORTE DE DOIS JORNALISTAS NA ACIDENTE DE VIAÇÃO, MAS ATÉ ENTÃO NÃO HÁ INDEMNIZAÇÃO

Completou este sábado 01 de dezembro de 2018, 13 anos que aconteceu acidente de viação de um grupo de jornalistas, onde vitimou mortalmente dois jornalistas, nomeadamente, Aruna Djamanca e Sory Balde, quando viajavam para fazer cobertura jornalística do dia mundial de luta contra da Sida na cidade de Gabú, mas até então o Secretariado Nacional de Luta Contra Sida (SNLS), não pagaram a indemnização de no valor de 80 milhões de franco CFA, para com as famílias vítimas do acidente.

Nesse sentido, a direção do Sindicato de Jornalistas e Técnicos dos Órgãos da Comunicação Social (SINJOTECS), realizado uma conferência de imprensa na presença de Amadu Djamanca e Amido Balde, ambos filhos dos dois jornalistas que morreram no acidente para falar sobre o assunto.

Na ocasião, a Presidente do SINJOTECS, Indira Correia Balde, disse que as famílias dos malogrados estão a viver numa situação muito difícil, sendo assim a classe jornalística deve continuarem unidos e lutar para dignificar a profissão e fazer o Secretariado Nacional de Luta Contra Sida, cumpra com as suas obrigações de pagar indemnizações aos familiares dos jornalistas vítimas do acidente.

Aquela responsável da classe jornalística guineense, assegurou ainda neste particular que o dinheiro não pode compensar perdas humanas, mas sim ajuda resolver alguma parte, tendo em conta a situação em que os familiares estão a viver neste momento.

Para a Vice-Presidente do SINJOTECS para os Órgãos Públicos, Fatima Tchuma Camará, deve haver responsabilização da entidade responsável deste acidente de viação. Adiantou ainda que para conseguir vencer essa luta é preciso que a classe esteja junta e unida para uma única causa que é o bem da profissão jornalística guineense.

“É lamentável o nosso sector está praticamente esquecido, porque não for esquecido, os nossos colegas não iam ser transportados para Gabú, num carro sem mínimas condições de segurança. Mais grave ainda é que quando os colegas estavam a sofrer de ferimento e outros morreram no local, a cerimonia da comemoração da luta contra sida, estava a decorrer na cidade de Gabú, é triste este acontecimento”, lamentou Fatima Tchuma Camará.

Por: Aguinaldo Ampa

Foto: AA

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