A polémica instalou entre a Presidência da Republica e a Prematura sobre o preço base da castanha de caju, principal produto da exportação da Guiné-Bissau

A polémica instalou entre a Presidência da Republica e a Prematura sobre o preço base da castanha de caju, principal produto da exportação da Guiné-Bissau

Apesar da morosidade na venda do produto devido a obrigatoriedade de compra a quilograma de castanha de caju a 1000 francos cfa, o Chefe de Estado, José Mario Vaz, continua a defender o preço fixado na abertura oficial da campanha 2018, no mês de Marco na cidade de Gabu, leste do país.

Enquanto o executivo, liderado por Aristides Gomes, pede aos camponeses que vendam a castanha enquanto é tempo, antes que a chuva se intensifique no país, caso contrário os compradores indianos e vietnamitas irão recusar o produto.

Em declaração a imprensa esta quinta-feira no bairro de Antula, Mario Vaz, assegurou que enquanto primeiro magistrado da nação, vai continuar a combater por este preço.

A garantia foi dada à imprensa após entregar donativos alimentícios as vitimas das intempéries no bairro da antula Cuío, em Bissau, acompanhado pelo ministro do Interior, Mutaro Djalo.
Na sua curta declaração sem direito a pergunta, o Chefe de Estado, afirmou que só avançou com o preço depois de receber os pareceres do executivo e do poder tradicional.

Nos últimos dias, a castanha tem sido comprada a 400 ou 500 francos CFA, por quilo, o que para muitos agricultores foi uma situação provocada pelo pronunciamento do ministro do Comercio, Vicente Fernandes que acusam de estragar a campanha.

No sábado passado na cidade de Canchungo, o ministro do Comercio, relembrou ao Chefe de Estado, que só compete ao governo anunciar o preço da referência na compra da castanha do caju.
Vicente Fernandes, acusou o Presidente da Republica de estar a utilizar a campanha de comercialização da castanha de caju para visar a sua reeleição em 2019.

Para Vicente Fernandes cada órgão da soberania deve ocupar das obrigações reservada na constituição da república.
No encontro com agricultores e comerciantes, com objectivo de encontrar solução para resolver a situação da compra do produto, Fernandes pediu aos camponeses que vendam a castanha enquanto é tempo.

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