24 PARTIDOS POLÍTICOS GUINEENSES DEPOSITARAM CANDIDATURAS ÀS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS

24 PARTIDOS POLÍTICOS GUINEENSES DEPOSITARAM CANDIDATURAS ÀS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS

São 24 partidos políticos da Guiné-Bissau que entregaram está quarta-feira, 10 de Janeiro de 2019, as suas candidaturas no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), para concorrer às legislativas de 10 de Março próximo.

Os respetivos listam dos candidatos a deputado da nação, vão ser analisados e validados dentro de 14 dias pelo órgão judicial guineense com as competências de tribunal constitucional e eleitoral.

Aos jornalistas momentos depois dos dossiês do partido, o presidente da União para Mudança (UM), Agnelo Regalla, afirma que com a acepção do círculo da diáspora, UM vai concorrer em todos os restantes.“A data foi fixada através de acordos entre os partidos e a UM vai para o combate político e democrático, esperando de fato que o povo guineense possa responder de maneira satisfatória, no sentido de permitir que o partido possa ter representação parlamentar que lhe permita dirigir o país”, declarou Regalla.O prazo da entrega de lista das candidaturas dos partidos políticos terminou esta quinta-feira, mas a instituição dirigida por Paulo Sanha irá apreciar os dossiers, durante 14 dias, ou seja tem até o dia 25 deste mês para fixar as listas definitivas de candidaturas aceites.

O líder do Movimento para a Alternância Democrática da Guiné-Bissau (Madem-G15), Braima Camará, afirma que o projeto que lidera esta preparado e confiante para participar no embate eleitoral de 10 de Março para tirar o país na crise cíclicas.“Estamos absolutamente preparados para participar nas eleições legislativas, por isso, que afirmamos que chegou a hora da mudança na Guiné-Bissau, porque se ganharmos o escrutínio temos a responsabilidade de mudar o país”, argumentou Camará.

Além Madem-G15 e UM, o dia ficou marcado com a entrega da candidatura do Partido da Renovação Social (PRS), Partido da Convergência de Democrática (PCD), Partido da Nova Democracia (PND), Frente Patriótica de Salvação Nacional (FREPASNA) e a Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU -PDGB).Para o secretário-geral do PRS, Florentino Mendes Pereira, o seu partido não só está preparado para eleições como também para mudar o país. O antigo ministro da Energia, admitiu a possibilidade de se fazer coligação com outras formações políticas e confirma que a lista entregue contra com a participação dos membros de alguns movimentos políticos que são do partido. O presidente do PCD, Vicente Fernandes, disse que o seu partido não tem instrumento igual demais partidos, mas o partido tem acima de tudo um instrumento válido para ganhar as eleições que é “Falar a Verdade aos Cidadãos”.

Ladeado pelos alguns militantes do partido, Fernandes, afirma que PCD, foi um partido que mostrou coerência e determinação no cumprimento e na defesa dos princípios da democracia durante atual a crise política.

Os outros partidos que também entregaram as suas candidaturas são: PAIGC, CD, RGB, PDD, PJRT-FG, PSD, CNA, APU-PDGB, PUN, Movimento Patriota, FREPASNA, APR, Manifesto de Povo, UPG, MDG, PALOP, PUSD, PRID e MGD.A campanha eleitoral, para a votação no dia 10 de Março, decorre entre 16 de Fevereiro a 8 de Março.

Segundo a CNE, os observadores internacionais às eleições, os únicos previstos na lei guineense, serão acreditados de 13 a 27 de Fevereiro.A votação ocorre a 10 de Março. O Supremo Tribunal aprecia eventuais reclamações, de 14 a 17 de Março, e os resultados definitivos são proclamados até o dia 19 de Março.

Os novos deputados tomam posse numa data a ser marcada entre a CNE e o Governo. 

Por: Alison Cabral

    




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