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PROFESSORES NOVOS INGRESSOS PONDERAM REALIZAR VIGÍLIA EM FRENTE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PARA EXIGIR SALÁRIOS EM ATRASO

11 Outubro 2017 Notícias





O colectivo de professores novos ingressos do ano 2011-2012 e 2012-2013, pondera realizar uma vigília na próxima semana em frente ao ministério da Educação Nacional, informou terça-feira (10 de Outubro de 2017) o coordenador do colectivo.

“Caso o executivo não resolver a nossa situação salarial até próxima terça-feira vamos fazer uma vigília no ministério para reivindicar o nosso salário porque não é digno um funcionário ficar sem salário”, afirmou Hélder Té.

Em causa está a falta de pagamento de três meses de salários aos professores recém-colocados nas diferentes escolas públicas do país entre 2011-2012 e 2012-2013 pelo executivo, segundo Hélder Té.

Em conferência de imprensa na praça Titina Sila, a frente do Liceu Nacional Kwame Nkrumah, Hélder Té sublinhou que o referido protesto visa restaurar a justiça salarial no sector da educação.

A exigência do colectivo dos professores novos ingressos acontece numa altura em que se avizinha o início do ano lectivo nas escolas públicas, previsto para o dia 19 do mês em curso.

Para o coordenador dos docentes em causa, esta situação dos salários em atraso pode comprometer a abertura do presente ano lectivo.

“Obviamente que esta situação pode comprometer o início do ano lectivo. Em diferentes ocasiões alertamos o executivo pelo perigo que o ano lectivo pode acarretar caso não recebermos os nossos salários em atraso” observou Hélder Té.

Questionado pela imprensa sobre a posição dos dois sindicatos dos docentes, Hélder Té, afirmou que até agora os sindicatos remeteram ao silêncio sobre a situação dos professores em causa.

“Escrevermos carta tanto à Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF) e bem como ao Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), mas não responderam a nossa solicitação, isso quer dizer que não estão interessados em nos ajudar”, rematou o coordenador do colectivo.

De acordo com dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o trabalho infantil e juvenil ocupa 39% das crianças do país com idade entre os cinco e 17 anos e que deveriam frequentar o ensino.

/ / Por : Aminata Dajnté e Alison Cabral





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