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A GUINÉ-BISSAU MANTÉM ELEVADAS TAXAS DE MORTALIDADE MATERNO-INFANTIL

6 Outubro 2017 Notícias





A Guiné-Bissau continua a figurar na lista de países onde morrem mais crianças menores de cinco anos, disse hoje o ministro da Saúde Publica, apesar de alguns progressos registados ao nível da previsão da saúde nos últimos anos.

Segundo Carlitos Barai, em 2014, a taxa de mortalidade infantil de crianças com menos de um ano foi de 55 por cada 1000 nascimentos e de crianças até cinco anos de 89 mortes por cada 1000 nascimentos.

“Relativamente a taxa de mortalidade materna persiste indicadores bastante preocupantes, tendo em conta os últimos em 2014, por isso, temos a necessidade de melhorar os serviços da saúde Materno-Infantil”, declarou o titular da pasta da Saúde Publica.

Carlitos Barai, disse que a taxa de mortalidade materna ronda o valor de 900 mortes por 100.000. Tendo em conta os dados estatísticos, torna-se claro que o país tem de melhorar substancialmente os seus indicadores para conseguir alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O ministro da Saúde Publica usava da palavra a margem do lançamento da nova fase do Programa Integrado para a Redução da Mortalidade Materno-Infantil na Guiné-Bissau, nas instalações da delegação da União Europeia (EU) em Bissau.

Na ocasião, o embaixador da União Europeia (EU) em Bissau, Vítor Madeira dos Santos, afirmou que a União Europeia vai continuar a apoiar o programa para redução da mortalidade infantil e das mulheres no país.

“A favorável  avaliação externa, programa feito em 2016, recomendou a sua continua e cobertura nacional para os próximos quatro anos porque o universo do beneficiário é enorme mais de 70 mil pessoas, nomeadamente as crianças e as mulheres grávidas, apesar de últimos dos resultados dos últimos inquéritos revelarem o progresso na redução da mortalidade materno infantil”, rematou o diplomata.

Segundo nota da União Europeia na posse da Rádio Jovem, a segunda fase do programa hoje apresentada vai beneficiar diretamente cerca de 200 mil crianças menores de 5 anos, 300 mil mulheres com idade entre os 14 a 49 anos e 70 mil mulheres grávidas.

Além disso, vai formar 635 novos agentes de saúde comunitária em ações de prevenção ou promoção e cuidados de saúde nas famílias.

O programa engloba as 11 regiões sanitárias do país, abrangendo um total de 132 centros de saúde e inclui formação de mais de 635 novos agentes de saúde comunitária e o abastecimento de medicamentos.

Atendendo aos resultados encorajadores alcançados pelo projecto inicialmente implementado nas regiões sanitárias de Cacheu, Oio e Farim, entre Julho de 2013 e Novembro de 2016, a nova fase denominado “PIMI II” abrange, agora, a totalidade do território guineense.

/ / Por: Ló Batista e Alison Cabral

 

 





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