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Jorge Baptista: OS PALOP E A CONSCIÊNCIA DA JUVENTUDE PARA O DESENVOLVIMENTO

4 Setembro 2017 Opinião





Putos e chavalos ou melhor “pirralhos” e noutros casos chicos espertinhos, a desgraça dos jovens lusófonos exclusivamente os dos PALOP  é tão grande que aos 18 anos  querem ser das jotas organizações políticas juvenis dos seus países e movimentos políticos , esquecem-se que  nessa idade (início da idade adulta), devem estar preocupados com a formação e capacitação profissional por um lado, e por outro a construção dos pilares para erguer o seu patrimônio pessoal e a estabilidade social individual, isso requer e custa suor, sacrifício e dedicação, sonham serem políticos e almejam seguir uma ideologia política mesmo não tendo conhecimento dos meandros que existem nas politicas no final o sacrifício não compensa, pois, nem tudo que ouvimos nos ecrãs das TVs e órgãos de comunicação social são verdades quando o assunto é política.

 

Um segundo problema é a opção por cursos clássicos, esses por serem fáceis e bons para quem almeja ser político é consumido hoje por mais de 50% dos jovens do espaço PALOP, deixando um vazio enorme na competitividade e na sustentabilidade que se quer para o mundo futuro.

A maioria dos jovens e putos por  falta de visão e orientação  seguem o cursos clássicos ligados ao Direito, Jornalismo, ciências sociais e internacionais… não que os mesmos sejam menos importantes, a questão é que nossos países precisam de técnicos especializados noutras áreas tecnológicas  para fomentar o potencial que existem tais como os  recursos naturais que temos disponíveis, essa riqueza  deve ser explorada e transformada pelos jovens e serem a fonte de riqueza e do desenvolvimento, não se esqueçam que os nossos pais não o fizeram bem e, os jovem seguem os mesmos caminhos, investigação e o desenvolvimento ficaram a milhas da necessidade,   como vamos nos alimentar nos próximos 20 anos, ter novas fontes de energia, será que vamos viver sempre das importações, das aparências, das migalhas que nos enviam para sobreviver ou vamos enveredar por soluções viáveis e sustentáveis para potenciar esses recursos que Deus nos deu?

 

Outra questão é a que vivenciamos hoje em dia e se comenta muito, muitos jovens por quererem facilidades e ascensão optam pelo bajulismo, falácia, intrigas, cabalas etc. …até defendem posições que nem sequer foram criadas por eles nem diminuam sequer o assunto, e sabemos que muita utopia gravita dentro desse fórum não é caminho aconselhável para ninguém. Afinal, o porquê de muitos fracassos nos projetos até aparentemente viáveis que foram implementados e hoje indisponíveis, será que foram fabricadas para serem uma montra de ideias e idiotices.  Há uma grande máquina por trás disso tudo e precisa se manter viva a custa desse fenômeno lusófono que caracteriza a nossa língua e será que as cobaias são os jovens, defender o impossível, não, não! Vamos é cuidar do nosso destino com seriedade e responsabilidade.

 

Os jovens precisam de novo posicionamento se querem um futuro melhor precisam aprender a batalhar mais e a exigir direitos fundamentais como a educação gratuita e de qualidade, saúde, incentivos para meter em prática os seus projetos e boas ideias em prática, investimentos para  I&D, mais responsabilidade de quem governa e que sejam ouvidos quando o assunto está em causa o seu futuro e de outras gerações, temos que mudar de pensamento e exigir que os que têm a responsabilidade de traçar os destinos dos nossos países  repense que a maioria do tecido populacional dos nossos, são jovens e crianças. Por isso nunca é tarde repensar em nós antes de seguir qualquer ideologia ou traçar um rumo para as nossas vidas. Afinal estamos ávidos por melhorias e por um futuro menos dependente do petróleo, cacau, caju, dos hidrocarbonetos, mas precisamos transformar com capacidade outros recursos para sermos diferentes e sustentáveis. Por fim penso que precisamos cultivar a boa educação, humildade, partilha de ideias úteis e deixar os maus exemplos cada vez mais distantes.

//Jorge Baptista





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