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“Servant Leardership”

31 Agosto 2017 Opinião





É possível ser “Líder Servo” sim. É possível, ainda, que a Guiné consiga resgatar uma liderança à altura dos desafios atuais.

Há, no meu ponto de vista, três gerações que ajudaram a construir os processos dr liderança, na nossa querida Guiné:

– A primeira é constituída de mulheres e homens que lutaram e conquistaram a nossa emancipação: apesar de serem “poucos” em termos numéricos.

– A segunda geração, em conluio com a primeira, é, basicamente, constituída por pioneiros da abertura democrática e econômica.

– A terceira geração, da qual somos parte, move-se por outros interesses: formação, participação, assunção e disseminação de informação, cada vez mais, acessível e massificada, que, por vezes, quando essas informações forem “mal” geridas podem provocar revoluções e/ou alienações aos seus próprios elementos, comportamento típico de jovens que querem se impor (social e economicamente) à todo custo…

Ora, perante todas essas manifestações, podemos identificar o que essas três gerações têm em comum: – Todas as gerações, juntas, almejam uma “liderança servidora” que ajude nossa Guiné…

– Todas as gerações provaram as consequências da má governação do nosso país.

– Nós, por paixão, culpamos à primeira geração de não cumprirem o “Programa Maior”;

– A segunda geração, por sua vez, após anos de crítica aos promotores da independência, revelou-se “incapaz” de ajudar a estabilizar a governação do país, contribuindo, com efeito , para o “aumento” da instabilidade político-militar no país, através das “intrigas” e uso de meios maquiavélicos para a conquista de poder. Apesar de tudo, é possível, ainda, acreditarmos numa “revolução”, em termos de “Liderança Servidora” acima de tudo… Na Oitava Edição “Universidade de Desenvolvimento” do Conselho Nacional de Juventude – CNJ à decorrer em Bolama, tive o privilégio de acalentar essa ESPERANÇA, numa liderança forte, útil e amiga dos interesses nacionais… até porque eu, pessoalmente, não sou propriamente um PESSIMISTA…

Bem haja!

Bissau, 30 de Agosto de 2017.

//Santos Fernandes

 





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